sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Mother-effing bosses


Segundo dia. 2h28 da tarde. I am still here. 
Hoje o assunto é "chefes: como aturá-los?". Queria saber a resposta pra essa. 
Acredito que o fator mais incomodante (heim?) a respeito de chefes é que tudo depende muito se o indivíduo vai com a nossa cara ou não. Geralmente, eles não vão. 
Agora pouco minha gerente conversou comigo e me pediu basicamente para ser mais pro-ativa. Amiga, eu tenho preguiça de fazer o que eu gosto, imagina o que não gosto. MIM DEIXA, NÉ?!
Mas é claro que não funciona assim. Na situação atual, emprego é loteria. Tem que agarrar o bagulho com unhas e dentes. Ou pelo menos é o que eu ouço falar por aí. 
Vamo combinar que trabalhar não é a coisa mais legal do mundo. Daí junta nisso aí, um chefe mala que fica pegando no seu pé ou micro gerenciando (opa, tá demais hoje), como sobreviver?
O esquema é não levar nada para o lado pessoal. Faz o que ele pede e segue sua vida. O que todo mundo quer mesmo no fim do dia é só a bufunfa. Sad but true - já dizia Metallica. 
Eu digo isso mas eu levo tudo para o lado pessoal. Amigo, se você apontar um erro meu, ficarei totalmente blasé na sua frente, mas pode crer que vou correr pro banheiro e chorar escorregando as costas na parede tipo novela (pra valorizar o sofrimento né). Mas a gente tenta.
Que lição tiramos do dia de hoje afinal? Só me vem uma frase de uma música muito próxima do heart: "O tempo passou e eu sofri calado". Sertanejão oooopa (eca). O resto da música não se aplica. Só essa partezinha mesmo.
Sofremos calados, friends of mine.
Volto amanhã com um post mais otimista (talvez não) e feliz (com certeza não). 
Sayonara!

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